Seja Bem Vindo ao Blog do Marcio Lopes, você é a nossa razão...

Marcio Lopes é Chef de Cozinha, professor e consultor na área de gastronomia.

Quero todo dia aprender com vocês.

Sejam Bem Vindos ao meu Blog, vocês são a razão deste. Sem vocês eu não teria motivação para escrever.........


terça-feira, 22 de março de 2011

Cookies de Chocolate - Receita fácil e saborosa.


Vamos fazer cookies, são deliciosos é muito fácil de fazer, anote a receita e ponha a mão na massa.

Cookies de chocolate

Ingredientes

450 gr de farinha de trigo
10 gr de fermento químico em pó
5 gr de bicarbonato de sódio
300 gr de manteiga em temperatura ambiente
480 gr de açúcar mascavo
3 un de ovos
240 gr de nozes
480 gr de chocolate
10 gr de sal

Modo de Preparo

Peneire a farinha com o fermento e o bicarbonato.
Corte a manteiga em pedaços e bata na batedeira até que se desmanche, formando uma pasta cremosa. Adicione o açúcar mascavo e o sal. Bata novamente até que o açúcar se incorpore à manteiga. Adicione os ovos e bata por mais 3 minutos ou até virar um perfeito creme.
Pique grosseiramente as nozes. Com uma faca serrilhada, pique o chocolate em pedacinhos. Adicione á massa as nozes picadas, os pedaços de chocolate e a farinha peneirada. Bata novamente por mais 1 ou 2 minutos, só para incorporar as nozes e o chocolate na massa.
Retire a massa da batedeira e faça com ela uma bola, enrolando-a sobre uma folha de papel-manteiga até que fique bem redonda e com cerca de 6 cm de diâmetro. Envolva-a com filme de PVC e deixe gelar por 2 horas.
Preaqueça o forno a 170 C.
Retire a massa da geladeira. Desembrulhe. Faça os cookies, cortando a massa em pedaços de 1 cm de espessura. Forre uma assadeira com papel-manteiga, coloque os pedacinhos de massa e leve ao forno. Deixe assar por 12 minutos e repita a operação até acabar a massa. Ponha os cookies para esfriar, se você conseguir resistir e  depois de frio vamos comer.


Chef Marcio Lopes "sempre com vocês".

Curiosidades na Cozinha - Italia - Lazanha

Lazanha

Um clássico da cozinha italiana a tal ponto de se tornar um símbolo no mundo.

A origem histórica das lazanhas é muito antiga e remete aos tempos dos romanos antigos.
Tanto é que seu nome se deriva do latim “lasana ou lasanum” que significa vaso.
As faixas de pasta intercaladas de queijo e feijões eram os pratos preferidos do imperador Cicerone ( 60 a .C.)

Parmegiana de Beringela:

Difícil dizer exatamente quais são as origens verdadeiras deste prato delicioso.
O mérito é dividido entre a Campânia, a Sicília e a Emília-Romagna, mas é justo indicar também a similaridade seja com a “Moussaka” grega ou com a “tiani” árabe.

O nome “Parmigiana” porém nos deixar intuir que a Sicília seja a detentora das origens deste prato.

A palavra “PARMIGIANA”, que não tem nada a ver com a cidade de Parma ou com o queijo “PARMIGIANO REGGIANO”, é um modo antigo do dialeto siciliano de chamar um conjunto de tiras de Madeira sobrepostas, que formam uma espécie de persiana, mesmo sistema que é usado para organizar as beringelas à parmigiana.


Tarallini:

Do latim “Torrere” ou do francês “Taral” (seco) nasce a nome deste redondo e saboroso biscoito.

Ao final dos anos 1700 os padeiros começaram a refinar os seus trabalhos para as famílias dos ricos, aumentando consideravelmente o custo do pão. O povo, por isso, se encontrou na condição de ter que consumir sempre menos.

Foi por este motivo que, acrescentando diversos ingredientes aos avanços da pasta com levedura e formando uma pequena rosca, posteriormente tostada ao forno, os padeiros da época, sem ainda o saber, deram vida aos mais tradicional capricho da mesa italiana.



Conhecer é tudo que eu quero.
 
Chef Marcio Lopes "sempre com vocês."

sábado, 19 de março de 2011

Macarrão - Curiosidades

É feito de quê?

Composto basicamente de farinha de trigo, pode ser acrescido de outros componentes como os vegetais desidratados, ovos, além da adição de vitaminas e fibras.

No controle do peso!

Evidências científicas demonstram que consumo regular de alimentos que contém carboidratos está associado ao equilíbrio emocional e ao bem-estar, devido sua participação na produção de neurotransmissores como a serotonina e indicam que, para fins de perda de peso, não existem diferenças significativas entre uma dieta com baixo aporte de carboidratos e uma dieta convencional. O estudo atribui a perda de peso à redução de calorias, não de carboidratos.

Com vários ingredientes:

Uma refeição à base de macarrão pode ser combinada com vários tipos de ingredientes: molho de tomate, legumes coloridos, verduras, grãos, castanhas, carnes, ovos, peixes, frutos do mar e azeite. Desta forma, obtém-se um prato balanceado, que além do carboidrato, entrega fibras, proteínas, ácidos graxos essenciais, vitaminas e minerais.

Em todas as faixas etárias:

O macarrão é uma opção bem aceita pelo público infantil (pré-escolares e escolares) e devem prevalecer sobre o consumo de guloseimas, comuns à cultura alimentar nesta fase.

Jovens e adolescentes: a ingestão de carboidratos complexos é necessária para atingir as necessidades energéticas aumentadas nesta fase, e com isso garantir o amadurecimento sexual

Para os adultos: opções práticas e versáteis – característica das massas devido à facilidade e rapidez no preparo.

Terceira idade: facilidade no preparo, custo acessível, e de fácil combinação com outros ingredientes.

                                        De todos os tipos:

Massas secas: práticas por terem longo prazo de validade, apresentam alto rendimento que reduz o custo. São de fácil manuseio e preparo. Podem ser de sêmola, com ovos, de granno duru ou integrais.

Massa fresca: é feita com ovos e semolina de trigo, a parte mais nobre do trigo, o que a deixa leve e macia, mas também al dente. Muito usada para massas recheadas como o ravióli e a massa para lasanha

Macarrão pré-cozido passa por um processo de cozimento no vapor onde cerca de 90% do amido se gelatiniza. Muito rápido, pois o preparo consiste apenas em re-hidratação. O pré-cozido mais popular é a lasanha.

Macarrão instantâneo cozido durante o processo de fabricação passa por um processo de fritura onde perde a água, o que o torna instantâneo. É a versão mais prática de macarrão.
 
 
Fácil e pratico a cada dia podemos criar uma receita.
 
Chef Marcio Lopes "sempre com vocês."

sexta-feira, 18 de março de 2011

Pimenta uma solução na Cozinha Nutricional



Encontrar quem é amante de pimenta não é tarefa difícil. Basta procurar nos restaurantes tailandeses, indianos, mexicanos, regionais aquelas casas do Norte que logo você notar os vidros de pimenta coloridos cobrindo as mesas. Mas não é apenas nessas casas que o ingrediente, às vezes tido como controverso, ganha destaque: diversos espaços preparam receitas criativas que não dispensam o condimento forte, ardido e saboroso. Na minha casa eu tenho uma gama de vidros de pimenta cada uma com uma especiaria diferente, uma combinaç~cao de sabores que cada vez que abro uma a boca chega a salivar, só agora escrevendo os gostos e os perfumes estão a se misturar em minha cabeça. Há que delicia de sabores!!!

“Hoje, na gastronomia, a pimenta é algo que ajuda nas preparações, inclusive dando um sabor suave e único”, conta o chef Adriano Santos, do restaurante Haus München. No estabelecimento, a pimenta, pouco utilizada na Alemanha, aparece em forma de geleia doce (pimenta biquinho) e é preparada junto ao filé. A delícia também está em uma receita com tilápia, quando é servida em tiras finas sem as sementes (dedo-de-moça e cumari), área que concentra grande parte do ardor.

Fiz um curso uma vez de Cozinha Nutricional e um dos ingredientes principais dessa cozinha eram as pimentas que substituíam a gordura e uma grande quantidade de sal, deixando o alimento mais saudável, as pimentas entravam nas preparações a fim de saborizar os pratos levemente e me lembro que o chefe dizia " O sabor das Pimentas vai fazer as glândulas salivares trabalharem, aumentando a saliva o sabor vai prevalecer e você não sentira falta da gordura e do sal.". Me lembro das alquimias com ervas frescas e pimentas substituindo a gordura.

“A pimenta pode ser usada em qualquer receita. A preocupação é apenas com a harmonização, para que ela não esconda o sabor do alimento”. Também lembre que há muita diferença em usar uma pimenta fresca, que pode ser aproveitada esteticamente e dá mais cheiro ao prato, e uma curtida (no azeite ou cachaça), já que, em conserva, ela pode adquirir sabor mais forte.

No Chef Tulio Internacional Butikim, as pimentinhas também ganharam status de estrelas. Lá, elas aparecem em pratos salgados, drinques e até mesmo combinadas com frutas.

“Foi em 1985 que tomei conhecimento do valor da pimenta, quando morei nos Estados Unidos e fiz amigos mexicanos e guatemalenses. Comecei a plantar alguns tipos e continuei quando voltei ao país. Como não encontrava aqui variedade de molhos, decidi misturar o item com frutas, como abacaxi e caqui”, conta Túlio Montenegro.

Da experiência, ele produziria molhos especiais artesanais. Há pouco tempo, três deles passaram a ser feitos industrialmente sob o rótulo “Brasil Sabor”, nome do festival gastronômico realizado pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes. As opções combinam pimenta de bode amarela com manga, bode vermelha com limão capeta e bode amarela com maracujá.

“É diferente e muito saboroso. Todo mundo que frequenta a casa adora, principalmente os drinques. Um que faz sucesso é feito de cachaça ou vodca, morango e algumas gotas de molho de pimenta de bode amarela com manga. Não fica muito ardido e dá uma queimação suave e deliciosa”, destaca Túlio.

O restaurante 2010 também investe na combinação bebida e pimenta. Dentre as opções, destaque para o “Coquetel Caipi Aroeira”, que leva saquê, maracujá e pimenta rosa inteira, o “Coquetel Peppar”, com morango macerado, refrigerante de limão e o Absolut Peppar (vodca aromatizada com pimenta).
Embora tenha se especializado nos molhos aromáticos, chef Túlio também não dispensa o ingrediente fresco para pratos à base de camarão, frango e carne, inspirados na culinária internacional. “Infelizmente, o preconceito no Brasil é grande. O consumo no país é de 25 gramas por ano (por pessoa). Na Tailândia, a taxa é de 1,3 quilo. E olha que o Brasil é a pátria-mãe da pimenta, com uma diversidade incrível na floresta amazônica”, diz.

Outra casa que aderiu ao uso de pimentas, mas tem em vista esse receio nacional, é a Exclusivo Choperia. O chef Welington Maia explica que a tradicional malagueta está sempre presente quando a opção é servir a feijoada. No entanto, o cliente pode optar pela inclusão ou não, já que o molho, que mistura pimenta cumari e de bode, vem à parte.

Saiba um pouco sobre Pimentas

Malagueta: forte; serve de padrão para as demais.

Chapéu: pouca ardência, pode ser preparada recheada

De cheiro: não arde e pode ser consumida por crianças

Dedo-de-moça: adocicada e pouco ardida; usada no preparo de bebidas

Biquinho: ideal para tira-gosto e enfeites; arde pouco

Bode: arde pouco, sendo a laranja a mais cheirosa

Habanero e Chilli: ambas de origem mexicana; fortíssimas

Cumarim: saborosa e pouco ardida

Pimenta cumary/Pará: muito forte

Pimentão: não arde, mas é um tipo de pimenta, por ser do gênero capsicum (mesmo da malagueta).


Eu amo pimentas.

Chef Marcio Lopes "sempre com vocês."

terça-feira, 15 de março de 2011

Serviço de Vinhos. E agora como fazer???


SERVIÇO DE VINHOS

1. Como armazenar vinho

Os vinhos devem ser armazenados em local fresco fora da luz solar direta. Idealmente, as garrafas de vinho devem ser armazenadas deitadas, de maneira que o vinho mantenha sua tampa úmida e hermética ao ar.

2. Temperatura de serviço de vinho

A temperatura exerce um tremendo impacto no gosto do vinho. Servi-lo muito frio ou muito quente afeta negativamente seu sabor e qualidades. Como regra geral, o vinho tinto deve ser servido à temperatura ambiente, ao passo que vinho branco deve ser servido gelado. Contudo, é necessário ser mais preciso, desde que temperatura ambiente varia de cidade a cidade, estação a estação, e alguns refrigeradores podem estar regulados muito frios.

Na média, para melhores resultados, o vinho deve ser servido nas seguintes temperaturas:

Vinho espumante: 9°C

Vinho branco: 12°C

Vinho rosé: 11°C

Vinho tinto: 17°C

Variações leves em torno disso ou seja ≈10%, são aceitáveis.

Nos últimos anos, adegas climatizadas portáteis se tornaram populares. Estas pequenas adegas podem ser reguladas para otimizar as temperaturas do vinho e podem armazenar de poucas a muitas garrafas de vinho. Seu preço varia em função do seu tamanho.

Se não tiver uma adega de vinhos e utilizar seu refrigerador, há uma regra geral que estabelece o quanto de antecedência uma garrafa deve ser colocada no refrigerador (ou retirá-la se já estiver lá) para obter a melhor temperatura de serviço. Uma garrafa de vinho resfria 2°C a cada 10 minutos no refrigerador, e se aquece mais ou menos da mesma forma quando retirada do refrigerador e deixada à temperatura ambiente.

3. Como abrir uma garrafa de vinho

Há vários tipos diferentes de abridores de garrafas, contudo os tradicionais ainda são os melhores. O abridor de garrafa tradicional possui 4 componentes:

A – o corpo principal, geralmente levemente encurvado para encaixar melhor na palma da mão;

B – uma lâmina dobrável de corte para a tampa do gargalo;

C – um saca-rolha;

D – uma alavanca articulada para que a tampa possa ser puxada e removida.

Para abrir uma garrafa de vinho, devemos primeiramente usar a lâmina para cortar a tampa de folha ao redor do topo do gargalo. Retire folha suficiente para que o vinho não entre em contato com ela quando for derramado. Depois disso, introduza a ponta do saca-rolha no centro da superfície da tampa e introduza o resto girando lentamente no sentido horário. Não introduza o saca-rolha até o final da rolha para evitar que partículas da rolha caiam no vinho. Finalmente, puxe a rolha para fora com o auxílio da alavanca.

4. Tipos de taças de vinho

As taças de vinho devem ser lisas e transparentes, para que se possa apreciar a cor do vinho e de material de vidro ou cristal. As taças de vinho devem ter haste para segurar a taça, para não aquecer o vinho com o calor das mãos. Escolha taças de vinho feitas de cristal claro, bem fino, sem decorações ou coloridas. Uma taça opaca retira a visão e a apreciação do vinho.

Embora os especialistas advoguem o uso de diferentes taças para vinhos de diferentes cepas de variadades de uvas, a regra básica é simples, com três opções: taça para vinho tinto, para vinho branco e para vinho espumante.

Vinho tinto

As taças de vinho tinto são maiores, com copa mais larga, pois o vinho tinto necessita ser rodopiado dentro dela para entrar em contato com o oxigênio, e se beneficia com uma área maior de contato com o ar.

Vinho branco

A taça para vinho branco tem formato de tulipa. São menores que as de vinho tinto. A área de superfície reduzida em contato com o vinho evita que o vinho branco se aqueça muito rapidamente.

Vinho espumante

As taças de vinho espumante são pequenas e com formato em flauta, altas e finas. A superfície reduzida em área de contato mantém o vinho frio e o formato em flauta permite o desenvolvimento apropriado para bolhas.

5. Como decantar o vinho

O processo de transferir o vinho de seu recipiente original (garrafa) para outro (decantador) aumenta em grande parte as qualidades de quase todos os tipos de vinho. Embora o processo de decantação seja recomendado para vinhos velhos, pode ser realizado também com os mais novos, menos caros para trazê-los à vida. A decantação permite suavizar os taninos presentes no vinho e que normalmente são ásperos, secos e adstringentes

Decantar o vinho tem 2 propostas:

Permite separar os vinhos velhos dos seus sedimentos, pois estes quando permanecidos podem imprimir sabor amargo, adstringente ao vinho;

Permite ao vinho entrar em contato lentamente com o ar, aerando o vinho e fazendo com que seus aromas e sabores complexos retornem à vida.

Decantar vinhos jovens é mais fácil: simplesmente derrame o vinho diretamente no decanter e deixe descansar por cerca de 15 minutos antes de servir. Decantar vinhos velhos é mais trabalhoso porque deve-se tomar cuidado para não verter os sedimentos. Começa-se deixando a garrafa descansar de pé por várias horas (ou mesmo dias) de maneira que os sedimentos se depositem no fundo. Abre-se a garrafa e começa-se a despejar o vinho lentamente no decantador contra uma boa fonte de luz (pode-se usar uma lanterna), para garantir que nenhum sedimento seja vertido. Quando chegar ao final da garrafa, os sedimentos começam a aparecer, e neste ponto se pára de derramar. Pode-se eliminar o vinho restante ou coá-lo em taça de vinho usando um filtro de café.

Semelhante às taças de vinho, os decantadores devem ser lisos e transparentes, para que se possa apreciar o vinho contido. Para limpar o decantador, utiliza-se água bem quente somente, sem detergente. Pode-se utilizar uma mistura de gelo picado e sal e enxaguar em abundante água fria.

6. Como verter o vinho

O vinho deve ser vertido lentamente no centro da taça. A taça deve ser preenchida somente até um pouco abaixo da seção mais larga da taça, geralmente menos da metade da taça, para que o convidado possa rodopiar o vinho sem risco de respingos. Termine derramando o vinho inclinando a ponta da garrafa para cima e rodando-a levemente com a mão, para que o vinho não pingue.

7. Como saborear o vinho

O primeiro passo na prova é inspecionar a rolha. A rolha deve estar intacta e os únicos traços de vinho devem estar no fundo da rolha. Se a rolha parecer úmida, rachada ou tiver manchas de vinho nas laterais e topo, quer dizer que o vinho foi exposto e não está em boas condições. Outra possibilidade é que a rolha era dura e seca. Uma rolha seca não é hermética e pode mostrar sinais de vinho exposto. Pode-se cheirar a rolha rapidamente para detectar odor de fungos, o que é sinal certo de que o vinho azedou.

Se a rolha parece OK, o próximo passo é verter um pouco de vinho na taça e rodopiá-la vigorosamente, pressionando levemente o fundo do copo contra a mesa e seguir com movimentos circulares da mão, com cuidado para não respingar o vinho. Rodopiando o vinho, aumenta-se a superfície de contato do vinho com o ar e permite liberar o seu aroma. Pode-se derramar mais vinho na taça, cerca de 1/3 do conteúdo, mas não mais que a metade, e desfrutar do vinho. Se tiver convidados, sirva mulheres e idosos primeiramente, seguidos pelo restante das pessoas e por último o dono da casa.

Pode-se continuar a rodopiar o vinho e trazer o nariz próximo à taça para sentir o aroma do vinho antes de degustá-lo.

8. Como armazenar uma garrafa de vinho aberta

Pode-se armazenar a garrafa aberta no refrigerador por até 5 dias sem efeitos negativos do sabor do vinho. Lembre-se de remover a garrafa do refrigerador com tempo suficiente para que o vinho adquira sua temperatura otimizada. Como regra geral, o vinho se aquece 2°C a cada 10 minutos. Se souber a temperatura do refrigerador, pode-se facilmente calcular o quanto de tempo se pode esperar antes de ingerir o vinho.
 
Aprenda a arte de serviço de vinho. E aprecie um bom vinho.
 
Apreciar e diferente de beber!
 
Chef Marcio Lopes "sempre com vocês."

domingo, 13 de março de 2011

Petit Gâteau - bolinho quente de chocolate




Ingredientes
Chocolate meio amargo 95g
Manteiga em temperatura ambiente 90g
Gema de ovo 40g
Ovos 105g
Açúcar 65g
Farinha de trigo peneirada 40g +15g
Cacau em pó peneirado 15g
Sorvete de creme 6 bolas pequenas
Modo de preparo
• Pique o chocolate em pedaços pequenos e derreta em banho-maria. Retire do fogo
e acrescente a manteiga. Reserve.
• Misture os ovos com as gemas (sem aerar), adicione o açúcar e mexa bem. Misture
essa gemada ao chocolate derretido com a manteiga.
• Junte a farinha peneirada e mexa bem, sem bater.
• Coloque em forminhas untadas com manteiga e enfarinhadas com uma mistura de
15g de cacau em pó e 15g de farinha de trigo.
• Deixe descansar na geladeira por no mínimo 30 minutos.
• Asse em forno pré-aquecido a 200-220ºC por aproximadamente 8 a 10 minutos.
Desenforme ainda quente.
• Sirva o petit gâteau assim quentinho, acompanhado por 1 bola de sorvete de creme
ou baunilha.

Dica: Faça um teste com um petit gâteau para verificar o tempo exato do forno, antes de assar o restante.

Rendimento: 6 pessoas - forminhas de 5cm de altura e 7,5cm de diâmetro superior.Encher 2/3 da capacidade da forminha.

Informações sobre Fermento Biológico Fresco e Seco.















Sempre me perguntam. Qual a diferença entre o fermento biológico fresco e fermento seco instantâneo?

Primeiramente gostaríamos de deixar claro que ambos os fermentos são da mesma família de micro organismos unicelulares. Assim como meu nome é Marcio Lopes, o destes indivíduos é Sacharomises Cerevisiae. Gostaram do nome bem simpático.
Ambos necessitam de três elementos indispensáveis para sua boa sobrevivência e bom resultado de fermentação. São estes os três elementos:
- açúcares
- Temperatura: de 23 à 28º C na massa depois de pronta.
- Umidade: massas mais moles(úmidas)desenvolvem ou cressem melhor e mais rápido que as Outras.
A única diferença mais significativa entre um fermento e outro, esta no conteúdo de água de um e de outro. Vejamos conteúdo de água: o fermento biológico fresco contem de 72 à 75% enquanto o fermento biológico seco e instantâneo contem de 1 à 4%.
Podemos dizer que o Sacharomisie Cerevisiae fresco foi acondicionado (guardado) pelo fabricante em água e amido para sustentá-la e formar massa, para ser embalado e transportado até as padarias onde deverão ser armazenado sob refrigeração para sua conservação. Caso contrario imagine o entregador de fermento chegando em seu estabelecimento e entregando-lhe aproximadamente 5.000.000.000 de micro organismos para você utilizar em 50 quilos de farinha.
E como calcular ou contar estes Sacharomicies para 1.500 para cada grama de farinha, uma vez que este numero tão grande de população cabe em nossa unha mínima!!!
Também pôr esta razão surgiu a necessidade de “guardá-los” em um volume maior para facilitar seu manuseio e calculo sobre a farinha a ser utilizada.
Pelo fato do fermento seco conter menos água e estar embalado a vácuo, (embalagem sem ar ou oxigênio) dispensa a utilização do frio para sua conservação quando ainda na embalagem fechada. É bom ressaltar que o fermento seco não só contem menos água, mas também amido. Outro lembrete, o fermento seco pode ser instantâneo ou não.
Quando não instantâneo, isto quer dizer que embora seco e com menos água e amido, ele necessita ser reativado antes de ser utilizado nas massas em geral.
Mas isto é um capitulo a parte já que o uso do fermento apenas seco, esta em desuso pela sua falta de praticidade.
Quem esta acostumado a utilizar o fermento fresco, devera fazer algumas continhas e tomar alguns cuidados adicionais para ter o mesmo sucesso anterior ao fazer uso deste outro.
Vejamos quais são estas continhas e quais são estes pequenos cuidados.
Conversão: chamamos de conversão o calculo que devemos que fazer para substituir com precisão uma quantidade de fermento fresco pôr fermento instantâneo para obter a mesma qualidade de fermentação daquele.
Exemplo: 100 g de fermento seco instantâneo equivale à 300 g de fermento fresco ou 300 g de fermento fresco pode ser substituído pôr 100 g de fermento seco instantâneo.
Para simplificar, você divide a quantidade de fermento fresco a ser utilizado em sua receita pôr 3 e usa uma parte do instantâneo assim: 180 g de fermento biológico fresco, dividido pôr 3 são iguais a 60 g do fermento seco instantâneo.
Cuidados: nunca misture o fermento seco instantâneo com água gelada antes de a massa estar em formação, misturar sempre o fermento seco instantâneo com a farinha antes de jogar a água gelada em qualquer tipo de amassadeira. Ou na mão mesmo.

Estas regras valem para tanto para amassadeiras rápidas de uma só velocidade como para as semi-rápidas de duas velocidades ou lentas.
Nota importante: alguns fabricantes de fermento seco instantâneo recomendam adicioná-lo na massa em formação, mas tenho obtido ótimos resultados adicionando-o na farinha, principalmente em amassadeiras rápidas.
Experimente e entre na modernidade, você entendeu sobre fermento biológico para Pães?

Chef Marcio Lopes "sempre com vocês".

Glúten. O que é isso?




O Trigo - é a principal fonte de glúten

O glúten é uma proteína amorfa que se encontra na semente de muitos cereais combinada com o amido. Representa 80% das proteínas do trigo e é composta de gliadina e glutenina. O glúten é responsável pela elasticidade da massa da farinha, o que permite sua fermentação, assim como a consistência elástica esponjosa dos pães e bolos.

O glúten é obtido da farinha de trigo e alguns outros cereais, lavando o amido (fécula). Para isso se forma uma massa de farinha e água, que é lavada, até a água tornar-se limpa. Para usos químicos (não alimentares) é preferível usar uma solução salina para obter o resultado. O produto resultante terá uma textura pegajosa e fibrosa, parecida com a do chiclete e seus derivados. A frase comum "contém glúten", encontrada em embalagens, serve para pessoas que possuem alergia a essa proteína selecionarem ou não esse alimento. O glúten é encontrado na maioria das vezes nos cereais.

Uma vez cozido, o glúten adquire uma consistência firme e toma um pouco do sabor do caldo no qual foi cozido. Esta propriedade faz com que seja apreciado como substituto da carne nas cozinhas vegetarianas e budista.
Em assados, o glúten é o responsável pela permanência dos gases da fermentação no interior da massa, fazendo com que ocorra um aumento em seu volume. Depois do cozimento, a coagulação do glúten é responsável pela não desinflação do bolo ou pão.


As pessoas portadoras de doença celíaca têm uma hipersensibilidade ao glúten. Nestas pessoas o glúten provoca danos na mucosa do intestino delgado, impedindo uma digestão normal. Após eliminar o glúten da dieta, o intestino volta a funcionar com normalidade. Outra manifestação de intolerância é a presença de lesões na pele chamada dermatite herpetiforme.
Os autistas podem ser sensíveis ao glúten e à caseína (uma proteína presente no leite). Ambas as substâncias parecem ter um efeito opiáceo nestes indivíduos.
Foi comprovado que quando ingerido em excesso, o glúten causa diminuição da produção da serotonina, o que leva a um quadro de depressão.
Cerca de 1% da população mundial apresenta intolerância ao glúten.


A complexa estrutura de glúten é proveniente de dois tipos de proteínas que absorvem água. A relação entre estas duas proteínas leva à formação de glúten, mais ou menos tenaz que diferencia os vários tipos de farinha nas suas qualidades tecnológicas.
A quantidade de glúten é determinada em laboratório, a mistura de farinha e água em um almofariz. A mistura resultante é "lavado" com uma solução salina (4% mono fosfato dissódico, pH 6,8 e 2% de NaCl) ou manualmente com um lavaglutine especial. Desta forma, ele vai escorrer deixando apenas uma fração do amido que é o glúten insolúvel em contato com uma solução salina. A quantidade de glúten assim obtida é chamada glúten úmido e é expresso como uma percentagem do peso da amostra analisada e extraídas do glúten, e sua umidade é medido em estufa a 80 ° C. O glúten úmido é seco para determinar glúten seco.
Para determinar a qualidade do glúten pode utilizar diferentes métodos. O método de Berlin é baseado no comportamento de glúten em uma solução de ácido fraco (presente glúten má qualidade faz com que a solução turva). Outro método avalia o sedimento formado após a dispersão da farinha em uma solução de ácido láctico, onde o glúten incha e se instala (Zeleny sedimentação). A extensão dos resultados de sedimentos em um valor de sedimentação da refeição varia dependendo da quantidade e qualidade de glúten: este valor está correlacionada positivamente com a atitude dos produtos de panificação.


O glúten pode ser encontrado nos seguintes cereais: trigo, cevada, aveia, triticale e centeio.
Não possuem glúten:
Arroz de todas as variedades
Milho
Quinoa
Soja
Sementes de Amaranto
Sementes de GirassolGlúten

segunda-feira, 7 de março de 2011

Confeitaria x Equipamentos. Tudo fica mais Fácil assim.



Ter ferramentas, é tão importante como andar. Você leva o seu carro para arrumar, o motor de arranque, em um mecânico especializado? O qual tenha as ferramentas apropriadas para consertar o seu veiculo ou leva no Zé da esquina para solucionar o seu problema sabendo que as únicas ferramentas que ele possui são talhadeira e marreta! Cada profissional tem uma ferramenta para cada tipo de serviço, desta forma o "Confeiteiro", não abre mão das suas, neste vídeo você vai ver alguns equipamentos necessários a todo aquele que tem amor pela confeitaria, são tapetes de silicone e moldes, com eles você tem oportunidade de criar e inovar cada vez mais na sua profissão. Quando puderem invistam em vocês, fazendo cursos e adquirindo ferramentas especificas para cada área da gastronomia.


Chef Marcio Lopes "valorizando sempre a profissão de vocês".

quinta-feira, 3 de março de 2011

Minha Cozinha de Botequim -

Brandade de Bacalhau


Ingredientes
Bacalhau do Porto em postas 600g
Cebola picada grosseiramente 30g
Alho porró 30g
Alho sem casca e amassado 3 dentes
Sal e pimenta do reino branca a gosto
Creme de leite fresco reduzido pela metade em fogo baixo 1/2 litro
Azeite extra-virgem o quanto baste (Q.B.)

Modo de preparo
Dessalgue o bacalhau coberto em água fria por mínimo de 12 horas. Troque a água de 2 em 2 horas. Quanto mais alto for o peixe, mais tempo para dessalgar. Antes de começar o preparo, experimente um pedaço para verificar o sal.
Em uma panela, coloque o bacalhau escorrido e cubra com o azeite e os temperos.
Cozinhe em fogo baixo até ficar macio, soltando as lascas, por volta de 40 minutos. Escorra e reserve o azeite com os temperos.
Retire as espinhas e alguma pele que sobrou.
Em um processador, coloque as lascas de bacalhau e bata acrescentando o azeite com os temperos e o creme de leite reduzido. Obtenha uma massa lisa.
Acerte o sal e a pimenta.

Sirva aquecido ou em temperatura ambiente.

Chef Marcio Lopes "sempre com vocês."

Dica: Este prato é muito versátil, pode ser uma entrada ou um prato principal só depende de você.

terça-feira, 1 de março de 2011

Ar no chocolate ajuda a aumentar o lucro.


A receita das barras de chocolate é razoavelmente comum: cacau, manteiga de cacau ou outros óleos, adoçantes e, talvez, algumas nozes ou frutas. Com os atuais preços do cacau, açúcar e outras commodities nas alturas, os fabricantes de doces estão descobrindo que um simples ingrediente - ar - pode ajudar a inflar os lucros. A Nestlé vem dando grande destaque a sua marca e chocolate aerado - Aero [vendido no Brasil como Suflair] -, a Barry Callebaut está agregando mais ar aos recheios e a Cadbury lançou em 2010 uma nova versão de suas barras arejadas Wispa, depois de ter reintroduzido a marca em 2007.

Nos últimos quatro anos, os preços do cacau mais do que dobraram em meio às baixas colheitas e ao aumento da demanda. Em 22 de fevereiro, o cacau atingiu cotação de US$ 3.608 por tonelada, nível que não era visto há 30 anos. O açúcar, ao qual os fabricantes normalmente recorrem quando o cacau está muito elevado, também está em alta, após o mau clima ter prejudicado as colheitas no Brasil. Os contratos futuros do açúcar refinado chegaram a US$ 857 por tonelada em 2 de fevereiro, maior patamar desde, pelo menos, 1989.

Isso torna o "ar" um passo natural. A densidade do chocolate pode ser cortada até pela metade com o acréscimo de dióxido de carbono ou óxido nitroso para fazer bolhas, diz Stephen Beckett, autor de "The Science of Chocolate" e ex-pesquisador da Nestlé. "Quando se areja, o chocolate tende a ficar mais cremoso", diz Beckett. "Sua densidade fica tão baixa que derrete mais facilmente e proporciona um sabor diferente."

Os fabricantes de chocolate dizem que as bolhas de ar tornam os doces mais cremosos e os fazem engordar menos. Um benefício adicional é que o ar aumenta o volume do doce, sem trazer grande custo adicional, embora existam limites à estratégia, já que a maioria das barras é precificada de acordo com o peso. "O ar equivale a menos calorias e, na verdade, é possível vender isso", diz James Amoroso, consultor especializado em indústrias alimentícias, que trabalha em Walchwil, Suíça. "Se você tiver algo light [...] você pode ganhar dinheiro."

O executivo-chefe da Nestlé, Paul Bulcke, diz que há muito "potencial de eficiência" com os doces. Acrescenta, no entanto, que "não brincaria demasiado com a substituição do cacau". "Não queremos simplesmente dizer: 'Como podemos tirar o chocolate [do produto]?'"

A Nestlé gastará 15 milhões de libras esterlinas (US$ 24 milhões) para comercializar o Aero no Reino Unido e Irlanda neste ano, o maior orçamento promocional da empresa já reservado para a marca de chocolate aerado.

A Callebaut, que produz chocolate em grandes volumes para a Nestlé, Hershey e Kraft Foods, entre outras empresas, está lançando recheios aerados "texturizados", como caramelo e avelã, para algumas de suas barras. Adicionar ar oferece uma melhor "experiência ao paladar", diz Paul Pruett, executivo-chefe da Bubble Chocolate, de Salem, Massachusetts, que começou a vender chocolate aerado nos Estados Unidos em 2009.

As empresas buscam há muito tempo formas de produzir doces mais baratos para os mercados de massa. A Cadbury começou a vender uma barra Dairy Milk menor no Reino Unido. Com dois quadrados a menos, a barra ficou com 120 gramas, em vez dos 140 gramas anteriores. Uma alternativa é adicionar óleo vegetal, embora muitos países tenham regulamentação sobre os ingredientes de qualquer doce que seja vendido como sendo chocolate. Na União Europeia, por exemplo, o conteúdo de gordura nos doces rotulados como chocolate precisa ter pelo menos 95% de manteiga de cacau.
As primeiras barras arejadas chegaram às prateleiras em 1935, quando a Rowntree, posteriormente comprada pela Nestlé, lançou o Aero. Em 1937, a Nestlé começou a vender chocolates aerados sob sua marca Cailler. No fim dos anos 30, a Rowntree vendeu máquinas de arejamento para rivais como a Lindt & Sprüngli e Van Houten. Nos anos 80, fabricantes na União Soviética começaram a produzir barras arejadas.
Embora a tecnologia tenha se mantido ao longo dos anos, o consultor Amoroso adverte que os fabricantes não deveriam introduzir muitas mudanças rapidamente. "É preciso atrair o consumidor", diz. "De outra forma, esqueçam

Nada é por acaso, borbulhas dão muito lucro.
 
Chef Marcio Lopes "sempre com vocês."

Cozinha Vegetariana - Carpaccio de Abobora com Cogumelos Frescos

Ingredientes

Arroz Selvagem 50g
Arroz Cateto 50g
Arroz Comum 100g
Cevadinha 50g
Trigo integral 50g
Lentilha 50g
Shitake picado 200g
Cogumelos Paris laminados 300g
Shimeji desfiado 200g
Cebolinha francesa picada Q.B.
Maionese 100g
Creme de Leite Fresco 100g
Abóbora em carpáccio 600g
Azeite 200ml
Caldo de legumes para os grãos 2 litros
Alho picado 30g
Salsinha Q.B.
Pimenta do reino branca

Modo de preparo

• Em panelas diferentes cozinhe no caldo de legumes e separadamente todos os grãos em ponto “al dente”.
• Salteie separadamente os cogumelos em frigideiras com um pouco de azeite e alho picado, ajuste os temperos e salpique a salsinha picada.
• Lamine a abóbora em um cortador ou na máquina de frios, depois grelhe-as em uma frigideira com pouco azeite.
• Misture a maionese com o creme de leite, a cebolinha francesa picada, acrescente os grãos cozidos, os cogumelos salteados e ajuste os temperos.
• Monte a salada colocando-a dentro das fatias de abóbora e dobrando-as em formato de meia lua.

Chef Marcio Lopes "sempre com vocês".

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Liderança - O Monge e o Executivo



Sejam os maiores e respeitem todos. Vocês merecem vencer. O amor é capaz de tudo. Muda tudo.

Amar este é um dos grandes segredos, pena que muitos se esqueçam e pensem só no material o mundo e o ser humano é muito mais que um pedaço de papel com sua conta no banco.

Sejam verdadeiros e acima de tudo amem muito.


Chef Marcio Lopes "sempre com vocês."

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Vida de Chef de Cozinha



Bem estava eu aqui olhando umas fotos esta a esquerda. E vi este Senhor acompanhado desta Senhora. Vocês conhecem?

O Senhor é nosso Presidente da Republica Luiz Inácio Lula da Silva e a Senhora da Direita e a Presidente da Finlândia a Targa Halonen, a Finlândia é um dos países com menos corrupção no mundo ou seja não existe isso lá, bem mas voltemos ao assunto.


Estava eu, "Chef Marcio Lopes", no estado do Amazonas trabalhando com os ribeirinhos, quando um dia fui chamado a Secretaria de Desenvolvimento Sustentável, para o planejamento do cardápio e a execução do mesmo para as autoridades acima, o qual foi servido a bordo de um barco em visita ao encontro das águas no Rio Negro e Solimões, um lugar lindo.

O cardápio servido naquele "Almoço".

Entrada: Pirarucu empanado com Creme de Açaí e Farinha de Tapioca.

Prato Principal: Tucunaré com molho de taperebá com vinho do Porto

Acompanhamentos: Puré de Mandioca com Pimenta de Cheiro e Taioba refogada na manteiga de garrafa.

Sobremesa: Creme de Cupuaçu com Bacuri e Chips de Banana-Pacova

Bem este foi o cardápio, posso te falar uma coisa sem falsa modéstia estava delicioso.
Amigos este almoço e muitos outros fazem a minha Historia.


Chef Marcio Lopes  "sempre com vocês."

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Cozinha Diet e Light. Receitas Fáceis para você.

SALPICÃO DE LEGUMES COM MAIONESE DE COTTAGE


INGREDIENTES:
1un de batata juliene cozida
1un de cenoura juliene crua
100g peito de frango defumado desfiado
1/2 maçã verde cortada juliene
50g de salsão cortado juliene
50g de erva-doce cortada juliene
40g de uvas passas brancas (sem sementes)
Q.B .sal e pimenta-do-reino
Q.B. salsinha

MOLHO:
400g queijo cottage
5g de mostarda
5g de molho inglês
5ml de suco de limão
Q.B. sal e pimenta-do-reino
1 ovo cozido

MODO DE PREPARO:

1.Misture todos os ingredientes da salada e reserve.
2. Para o molho bata o cottage no liqüidificador, até ficar cremoso. Acrescente os ingredientes restantes, colocando o ovo cozido por último tornando a mistura homogênea. Enfeite o molho com salsinha.
3. Leve à geladeira por 30 minutos para ficar consistente .
4. Agregue o molho a salada e sirva frio

Rendimento : 6 porções de 192 Cal cada

CHEESE CAKE DE MARACUJÁ DIET

INGREDIENTES:

Massa:
20un. de bolacha de leite “light” ou bolacha água ( 1 pacote)
1 colher de (sopa) margarina “light”
4 à 6 colheres de (sopa) água

Cobertura:
400g de cream cheese “light” ( 2 cx)
180ml de suco de maracujá natural
4 colheres de (sopa) adoçante tipo aspartame
1 env. de gelatina sem sabor incolor dissolvida em 8 colheres de (sopa) água quente
200ml de creme de leite “bate chantilly”
2un. de clara em neve

Calda:
120ml de suco de maracujá natural ( separar as sementes para enfeitar)
1 colher de (café) amido de milho
1 colher de (sopa) adoçante tipo sucralose ou sacarina/ciclamato

MODO DE PREPARO:

1. Liquidificar a bolacha e peneirar; acrescentar a margarina, a água e misturar bem, até a massa ficar homogênea. Moldar a massa sobre silpat ou papel manteiga dentro de aro de 20 cm de diâmetro e levar ao forno para assar. Retirar do forno e reservar.
2.No liqüidificador colocar o cream cheese, o suco de maracujá, o adoçante e a gelatina dissolvida; bater bem.
3.Bater o creme de leite na batedeira até ficar espesso; acrescentar as claras em neve, e a mistura do liqüidificador, mexendo levemente sem bater. Reservar a cobertura.
4.Sobre um prato de bolo, colocar a massa assada, um aro e em volta o acetato, contornando o aro.
5. Colocar por cima a cobertura. Resfriar em geladeira.
6.Misturar todos os ingredientes da calda e levar ao fogo, até engrossar. Enfeitar o cheese cake com a calda e sementes do maracujá.

RENDIMENTO: 10 porções de 174 Cal cada


Chef Marcio Lopes "também e Diet e Light, sempre com vocês."

sábado, 19 de fevereiro de 2011

A verdadeira face da comida hoje. Gastronomia Sustentável.



GASTRONOMIA SUSTENTÁVEL

Essa é uma nova vertente a respeito de gastronomia, com movimentos como Slow Food, e grandes cias como a General Mills sustentando-a. Quem trabalha com alimentos tem de estar consciente dessa nova tendência. Existem vários livros a respeito e o site citado foi gerado de um livro. Vou expor pura e simplesmente os conceitos, sem me ater se é correto ou não, para dar uma idéia geral do que se passa. Depois gostaria que me enviassem e-mails com suas opiniões a respeito, vamos abrir um debate a respeito dos pontos mais contundentes. Segue abaixo um trecho traduzido do site www.sustainablekitchen.com. Aí está:

“Alimento é uma necessidade básica e nisso todos concordam. A maioria de nós tem se tornado distante do envolvimento e participação com os alimentos que compramos, cozinhamos e consumimos. Raramente, se é que acontece, sentamos e discutimos como cultivamos nossas hortaliças ou como a carne que chega ao nosso prato é produzida. Mas todos sentimos que deveria fazer parte de nossa conversação e conscientização. As escolhas de atacadistas e varejistas dos quais compramos e como afetam o meio-ambiente, a economia e a qualidade de vida de todos. Acreditamos que é importante estar conscientes e preocupados a respeito de onde nossos alimentos vêm.

Tudo o que fazemos, tanto individualmente quanto coletivamente, tem um impacto no nosso meio-ambiente e seu futuro. Sob este prisma, acreditamos que deveríamos alinhar nossas escolhas de ingredientes com o ciclo natural das estações. O alimento sazonal está no pico da nutrição e sabor. Na sazonalidade, os ingredientes são plenos de benefícios, tornando-se mais disponíveis, baratos e no pico da perfeição. É fato fundamental da culinária que nenhum cozinheiro pode produzir um prato melhor sem a qualidade dos ingredientes utilizados, mesmo sendo criativo e capacitado. Deveríamos todos tentar encurtar a rota da fazenda à nossa mesa. Os resultados podem ser vistos na qualidade dos alimentos preparados, assim como muito além de nossa mesa de refeição.

Está surgindo uma nova onda por todo o mundo: a cozinha sustentável. Trata a respeito de consumo alimentar responsável e sustentável. Quando se trata de alimentos, podemos falar a respeito de sustentabilidade de meio-ambiente, econômica e social.

Pelo consumo alimentar sustentável, podemos produzir grande impacto no meio-ambiente. Pequenas fazendas produtoras de várias culturas permitem maiores biodiversidades que as massivas monoculturas. Comprando localmente, diminuímos os custos do meio-ambiente associados com o transporte dos alimentos – custos tais como aumento da poluição do ar, o uso de combustíveis fósseis, e o dano às rodovias e oceanos. A refrigeração dos alimentos que necessitam ser transportados por longos caminhos, utiliza energia e pode envolver o uso de gases depletores de ozônio, afetando ultimamente o planeta inteiro. Nenhum desses custos ambientais é reconhecido pela maioria dos consumidores ou levado em conta no preço dos alimentos.

A sustentabilidade ambiental também se relaciona à proteção do suprimento marinho em perigo. Para garantir a saúde de nossos oceanos e um suprimento diversificado de pescado para o futuro, todas as nações deveriam fornecer gestão melhor, integrada, da pesca e processamento do pescado. Nossa crença pessoal é de que a maioria do pescado criado em cativeiro ou dos sistemas de aquacultura na realidade promovem destruição ecológica e posterior perda protéica do ecosistema oceânico. Os consumidores, em conjunto com os chefes de cozinha, necessitam se questionar a respeito ao adquirir pescado: a procedência é de cativeiro ou selvagem? Se foi produzido em cativeiro, foi criado com dieta vegetariana apropriada e de acordo com os métodos sonantes do meio-ambiente? Se selvagem, onde foi coletado? Como foi coletado? Deveria ser pescado ou protegido porque esta espécie está em perigo de extinção? Houve um alta porcentagem de dupla pescagem, impactando negativamente outros animais marinhos?

Da mesma forma, precisamos nos perguntar sobre a carne dos animais: de onde vem e como foram criados e abatidos. A criação pecuária necessita ser tratada humanamente, alimentada com insumos os mais naturais (sem subprodutos animais ou resíduos), nunca dados hormônios de crescimento ou antibióticos sub-terapêuticos, e crescidos em terras cultivadas para serem fontes sustentáveis.

Como linha de conduta em nosso próprio preparo alimentar, devemos apoiar a policultura, um sistema já praticado há muito tempo na China e Japão. Becky Goldburg, um cientista veterano em Defesa Ambiental, uma organização sem lucro para solver problemas ambientais urgentes, declara que “a policultura é a produção de muitas espécies de plantas ou animais em conjunto em um só sistema, a fim de otimizar o uso de água e nutrientes e minimizar os desperdícios agropecuários.” Quando o cozinheiro caseiro começa a se questionar a respeito da cadeia alimentar e solicita respostas adequadas, então está a caminho da preservação do suprimento alimentar para as gerações futuras.

Sustentabilidade vai bem além dos efeitos ambientais. A sustentabilidade econômica, outro objetivo do consumo alimentar responsável, se refere ao princípio de manter o dinheiro gerado pelos alimentos na comunidade local, de maneira que possa contribuir com a manutenção e desenvolvimento da produção regional dos alimentos e da economia local. Os fazendeiros e cidadãos locais conseguem atingir este objetivo pelo estabelecimento de grupos da Comunidade de Apoio à Agricultura nas suas comunidades. Trata-se de um sistema de agricultura local, cujas raízes voltam no passado há 30 anos atrás no Japão, onde um grupo de mulheres, preocupadas com o aumento da importação de alimentos e o decréscimo correspondente na população de agricultores, iniciou relacionamento entre o cultivo direto e compras entre o grupo comunitário e fazendeiros locais. Este acordo é chamado de “teikei” em japonês, significando “colocando os fazendeiros face a face com os alimentos”.

Este conceito viajou até a Europa e eventualmente aos EUA, onde em 1985, foi estabelecido em Berkshire, Massachusetts a primeira Comunidade de Apoio aos Agricultores na América do Norte. Hoje, há mais de 1000 fazendo CAA por todo os EUA e Canadá, com membros e cultivadores partilhando os custos, riscos e benefícios dos alimentos plantados. Os membros variam de 15 a 150 famílias por fazenda, cada um assumindo comprometimento financeiro para dar suporte às fazendas por todo o ano. Em troca do seu investimento, os membros da CAA recebem produtos frescos, colhidos localmente, geralmente orgânicos, uma vez por semana desde o final da primavera até o começo do outono de “suas” fazendas.

Nossas escolhas alimentares também têm grande impacto na sociedade e comunidades. Através do consumo alimentar sustentável, promovemos a saúde física, espiritual, cultural e econômica das famílias dos fazendeiros e das comunidades. Para realizar esta proposta, precisamos educar pessoas de todas as gerações sobre os benefícios dos alimentos produzidos localmente; para a continuidade dos pequenos fazendeiros, precisamos educá-los em como plantar e cultivar os alimentos. O aprendizado proporcionado aos CAA oferece educaçào valiosa sobre manipulação e movimento contínuo de volta à terra. Este conceito ensina também às futuras gerações que o alimento vem da terra, não do mercado. A exposição precoce ao cuidado da Terra habilita as crianças a se nutrirem melhor por si próprios. Jardins caseiros, sempre que possível, em conjunto com hortas escolares, devem fazer parte da educação infantil.

Sustentabilidade é um objetivo a longo prazo. As modernas fazendas agricultoras em estilo industrial têm produzido altos rendimentos em colheitas, mas a que custo? A culinária sustentável e sazonal, por outro lado, traz muitos benefícios, sendo no mínimo o sabor otimizado. É também divertido saber que se está consumindo e cozinhando alimentos de qualidade plantados e colhidos pelos fazendeiros locais. Acreditamos que todos os consumidores deveriam desenvolver relações com os cultivadores, fornecedores primários dos produtores consumidos e desfrutados. Os fazendeiros são pessoas que indiretamente acabam por direcionar a dieta e o que está na sua mesa de refeição.

Uma pessoa disse que a música e a culinária são muito similares: as duas artes tratam de misturas e gostos. A mistura das vozes ou ingredientes é maior que a soma de suas partes. A boa cozinha não diz respeito à quantidade que um prato pode conter, mas em como se obtém o melhor sabor e em como os sabores se complementam e casam bem cada um com o outro. É claro que para obter sucesso, gasta-se tempo no processamento da descoberta e invenção destas parcerias e na mistura das vozes. Mas as pessoas devem ser encorajadas a descobrirem e desfrutarem dessa brincadeira espirituosa na cozinha.

Traduzindo sustentabilidade em ação

Não é suficiente discutir os conceitos e filosofias do consumo alimentar responsável, sustentável. É igualmente importante agir:

 Cozinhe sazonalmente, não compre frutas e hortaliças fora da estação;
 Quando possível compre localmente, e diretamente do produtor ou da fonte originária mais próxima do produto disponível;
 Forme um Grupo de Apoio ou trabalhe com um fazendeiro local, que lhe forneça produtos sazonais de sua escolha;
 Dê apoio à venda direta do produtor;
 A próxima vez que estiver no supermercado, converse com o gerente de produtos. Conte ao gerente de sua preocupação com pesticidas e deixe-o saber da sua preferência por compras locais, produtos regionais e alimentos orgânicos certificados, se possível;
 Pergunte aos mercadores e supridores a respeito das fontes fornecedoras, de onde se originam a carne e as aves vendidas e como são produzidas. Se eles não souberem, peça para se inteirarem. Dê apoio aos mercados e açougues, cujos suprimentos não utilizam técnicas de abates industriais em grande escala. Porém garanta a aquisição de um produto de abate certificado;
 Pergunte sobre onde o peixe comprado foi pescado, se foram utilizadas práticas sustentáveis ou práticas danosas ao meio-ambiente, e se era originário de fazendas pesqueiras ou fontes naturais;
 Aprenda quais espécies de pescado estão ameaçadas por conta de tanta pesca;
 Leia rótulos; descubra que ingredientes ou aditivos estão no alimento consumido;
 Plante uma horta e/ou ajude a estabelecer uma horta escolar ou comunitária;
 Complete o ciclo pela compostagem e reciclagem;
 Eduque-se a respeito de alimentos, entenda todos os passos, e deixe os legisladores saberem como se sente a respeito da gestão de alimentos e quais regras e regulamentos importam à comunidade.”

- Bill Mollison, Introdução à Permacultura
 
Chef Marcio Lopes "sempre com vocês."

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

A HORA CORRETA PARA TOMAR ÁGUA.


Você vai ao bar e bebe uma cerveja. Bebe a segunda cerveja. A terceira e assim por diante.

O teu ESTÔMAGO manda uma mensagem para teu CÉREBRO dizendo "Caracas véio... o cara tá bebendo muito liquido, tô cheião!!!"

Teu ESTÔMAGO e teu CÉREBRO não distinguem que tipo de líquido está sendo ingerido, eles sabem apenas que "é líquido".

Quando o CÉREBRO recebe essa mensagem ele diz: "Caracas, o cara tá maluco!!!" E manda a seguinte mensagem para os RINS, "Meu, filtra o máximo de sangue que puderes, o cara aí tá maluco e tá bebendo muito líquido, vamo botar isso tudo pra fora" e o RIM começa a fazer até hora-extra e filtra muito SANGUE e manda para a BEXIGA, que enche rápido.

Daí vem a primeira corrida ao banheiro. Se você notar, esse 1º xixi é com a cor normal, meio amarelado, porque além de água, vem as impurezas do sangue.

O RIM aliviou a vida do ESTÔMAGO, mas você continua bebendo e o ESTÔMAGO manda outra mensagem para o CÉREBRO "Cara, ele não pára, socorro!!!" e o CÉREBRO manda outra mensagem pro RIM "Véio, estica aí, manda ver aí na filtragem!!!"

O RIM filtra feito um louco, só que agora, o que ele expulsa não é o álcool, ele manda pra BEXIGA apenas ÁGUA (o líquido precioso do corpo). Por isso que as mijadas seguintes são transparentes, porque é água. E quanto mais você continua bebendo, mais o organismo joga água pra fora e o teor de álcool no organismo aumenta e você fica mais "bunitim".

Chega uma hora que você está com o teor alcoólico tão alto que teu CÉREBRO desliga você. Essa é a hora que você desmaia... dorme... capota...

Ele faz isso porque pensa "Meu, o cara tá a fim de se matar, tá bebendo veneno para o corpo, vou apagar esse doido pra ver se assim ele pára de beber e a gente tenta expulsar esse álcool do corpo dele"

Enquanto você está lá, apagado (sem dono), o CÉREBRO dá a seguinte ordem para o SANGUE "Bicho, apaguei o cara, agora a gente tem que tirar esse veneno do corpo dele. O plano é o seguinte, como a gente está com o nível de água muito baixo, passa em todos os órgãos e tira a água deles e assim a gente consegue jogar esse veneno fora".

O SANGUE é como um officeboy do corpo. E como um bom officeboy, ele obedece as ordens direitinho e por isso começa a retirar água de todos os órgãos, inclusive do CÉREBRO que é constituído de 75% de água, e por isso, ele é o que mais sofre com essa "ordem" e daí vêm as terríveis dores de cabeça da ressaca.

Então, sei que na hora a gente nem pensa nisso, mas quando forem beber, bebam de meia em meia hora um copo d'água, porque na medida que você mija, já repõe a água.

Texto retirado de "O bar do Zé".

Sabia que...
... tomar água na hora correta maximiza os cuidados no corpo humano?

2 copos de água depois de acordar ajuda a ativar os órgãos internos.
1 copo de água 30 minutos antes de comer ajuda na digestão.
1 copo de água antes de tomar banho ajuda a baixar a pressão sanguínea.
1 copo de água antes de ir dormir evita ataques do coração.


Se vc gostou desse texto. Por favor, passe esta mensagem para as pessoas que estima..

Chef Marcio Lopes "sempre com vocês". 

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Professor, Educador, Mestre. O que vale mesmo é o coração!!!!!



Ser professor é tudo. Quando entro na sala de aula, um novo mundo se abre, as cortinas de um novo espetáculo se anuncia, é assim dar aula. Uma verdadeira paixão, as vezes as pernas tombam, as informações se misturam em meio as idéias novas que surgem na minha cabeça e lá vamos nós.

Agradeço a todos os meus alunos que tive a oportunidade de estar ao lado e poder aprender com todos vocês. Me ensinaram muito e continuam me ensinando.

O verdadeiro professor carrega seus alunos dentro do peito e tenham certeza cada um de vocês esta aqui. E não se esqueçam o verdadeiro aluno só aprende quando o amor, a dedicação, o comprometimento a verdadeira paixão pelo ensino, brota de seu coração sem rancor, amargura ou obrigagação. Estudar e aprender é simples vem do coração.

Agradeço a todos os meus alunos, aos mais jovens com seus 18 anos até os mais sábios com seus 50, 60 anos.

Não se esqueçam aprender exige AMOR.

Ensinar e aprender são mágicos.


Marcio Lopes "sempre com vocês."